China


A propósito do crescimento do dragão e das estratégias energéticas em curso, o Carnegie Endowment and China’s Development Research Center publica as Perspectivas Económicas Chinesas para o período 2006 – 2020.

A avaliar pela sinopse, são 56 páginas de tempo útil:

  • Nos próximos 15 anos, o comércio terá um maior impacto junto das comunidades rurais pobres do que sobre qualquer outro segmento da sociedade chinesa
  • O acesso à Organização Mundial do Comércio pode vir a tornar mais pronunciada a disparidade entre a vida nos lares urbanos e nos rurais
  • A pertença à OMC permitirá criar 13 milhões de empregos; para uma taxa de desemprego zero, a China necessita de 300 milhões de empregos.

Considera-se aberto o apetite para a leitura.

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“É um sinal do desconforto chinês”. O resumo é feito pelo Center for Strategic and International Studies. O crescimento explosivo das últimas duas décadas deixa o dragão sedento de fontes de energia.

Os tempos da auto-suficiência chinesa terminaram oficialmente em 1993. Hoje, a o país importa 3 milhões de barril de petróleo por dia. A par de África, o Médio Oriente surge como alvo de investimento.

A sinopse da newsletter da CSIS pode ser consultada aqui.