abril 2007


  • The Kingdom in the Closet, na Atlantic Monthly. Boa escrita e tema palpitante, num artigo dedicado a desvendar algo mais sobre o universo gay na Arábia Saudita.
  • The Ploy, também na Atlantic Monthly, mas desta feita sobre o esquema utilizado pela Task Force 145 para deitar mão ao homem forte da Al Qaeda no Iraque.
  • What helps poor countries grow? É assim que a Boston Review coloca a questão. Uma edição para pensar e agir.
  • The War Party, na American Conservative, sobre o perfil actual dos Republicanos norte-americanos.

A propósito do crescimento do dragão e das estratégias energéticas em curso, o Carnegie Endowment and China’s Development Research Center publica as Perspectivas Económicas Chinesas para o período 2006 – 2020.

A avaliar pela sinopse, são 56 páginas de tempo útil:

  • Nos próximos 15 anos, o comércio terá um maior impacto junto das comunidades rurais pobres do que sobre qualquer outro segmento da sociedade chinesa
  • O acesso à Organização Mundial do Comércio pode vir a tornar mais pronunciada a disparidade entre a vida nos lares urbanos e nos rurais
  • A pertença à OMC permitirá criar 13 milhões de empregos; para uma taxa de desemprego zero, a China necessita de 300 milhões de empregos.

Considera-se aberto o apetite para a leitura.

Para apimentar a esquerda e a direita: o livro pode ser comprado aqui e a FrontPage publica uma entrevista com o autor Robert Murphy.

 Dia 23 de Abril, 15 h, Auditório da Escola Superior de Educação de Coimbra: apresentação das obras “Vozes das Mulheres de Timor-Leste” e “Sete Mulheres de Timor – Feto Timor Nain Hitu”, da autoria de Teresa Cunha.

Vão estar presentes Pascoela Barreto, Embaixadora da República Democrática de Timor-Leste, em Lisboa, e Fátima Guterres, ex-guerrilheira e presa política.

[Obrigado Teresa Jorge]

“É um sinal do desconforto chinês”. O resumo é feito pelo Center for Strategic and International Studies. O crescimento explosivo das últimas duas décadas deixa o dragão sedento de fontes de energia.

Os tempos da auto-suficiência chinesa terminaram oficialmente em 1993. Hoje, a o país importa 3 milhões de barril de petróleo por dia. A par de África, o Médio Oriente surge como alvo de investimento.

A sinopse da newsletter da CSIS pode ser consultada aqui.

al-jazeera.jpgParte da série de reportagens “News War“, a Frontline dedica um episódio à revolução mediática operada no mundo árabe pela Al Jazeera: War of Ideas.

Elizabeth DiNovella, redactora da Progressive, considera que “o episódio é esclarecedor pelo que revela e, talvez mais importante, pelo que deixa de fora”.

Hoje, Canal de História, 20h:

Em Março de 2003, uma equipa de correspondentes internacionais assistiu, na linha da frente, à invasão do Iraque, levada a cabo pelas tropas norte-americanas. Equipados com telefones com ligação via satélite e câmaras digitais, estes intrépidos profissionais da informação trouxeram, até às nossas casas, cada minuto do conflito iraquiano. Tendo em conta a antiguidade deste ofício (as crónicas de guerra são tão antigas como os próprios conflitos), trata-se de um trabalho fundamental para conhecer os acontecimentos dos tempos de guerra.

[Obrigado Pim]