Em Lisboa, o Movimento pelos Direitos do Povo Palestiniano e Pela Paz no Médio Oriente chamou à Casa do Alentejo, na passada 2.ª feira, José Saramago, escritor, Abdullah Abdullah, deputado Fatah e Presidente do Conselho Legislativo Palestiniano, Mário Ruivo e Isabel Allegro Magalhães, professores universitários, e Silas Cerqueira, investigador.

Houve sound bites? Houve. Houve palmas da audiência? Houve. Houve debate? Não. Houve representante de Israel? Não.

Agora, nova oportunidade para reflexão colectiva: o Middle East Report Online convidou seis académicos para reflectir sobre o que ficou por debater nos 40 anos da Guerra dos Seis dias.

Ideia de reportagem:

Dar um «workshop» de fotografia. Foi a ideia que me surgiu quando visitei uma prisão em Leticia (Amazonas), na Colômbia, e pensei no que poderia fazer pelos reclusos. Resultado: Passei o Natal, o meu aniversário e a passagem de Ano “detido”, ao lado dos meus alunos reclusos. Uma experiência inigualável, especialmente para um ser tão livre com eu.

O resultado da viagem de Nuno Lobito, para ver no Expresso.

No ano passado, o Provedor recebeu 3830 queixas, menos 2% do que em 2005.  Tudo o resto, está aqui para consulta.

Recentíssimo relatório do International Crisis Group, para a instabilidade que se anuncia.

Escreve esta manhã o El Pais: em Espanha, mais de metade das mulheres que cuidam de pessoas dependentes sofre de ansiedade ou depressão.

De leitura fundamental!

fp.jpgA revista Foreign Policy lançou o repto a 21 pensadores:

We live in an age of anxiety. People everywhere fear the next terrorist attack. Meanwhile, we slowly grow numb to Iraq’s endless string of kidnappings and suicide bombings. Between bird flu, tsunamis, and loose nukes, our list of fears is getting longer. So, we asked 21 leading thinkers: What is one solution that would make the world a better place? Here are their answers.

Imperdível!

O próximo domingo traz a decisão, entre um e outr@. O IPRI – que lhe chama um duelo clássico – tem aqui organizado um dossier sobre as eleições francesas.

  • The Kingdom in the Closet, na Atlantic Monthly. Boa escrita e tema palpitante, num artigo dedicado a desvendar algo mais sobre o universo gay na Arábia Saudita.
  • The Ploy, também na Atlantic Monthly, mas desta feita sobre o esquema utilizado pela Task Force 145 para deitar mão ao homem forte da Al Qaeda no Iraque.
  • What helps poor countries grow? É assim que a Boston Review coloca a questão. Uma edição para pensar e agir.
  • The War Party, na American Conservative, sobre o perfil actual dos Republicanos norte-americanos.

A propósito do crescimento do dragão e das estratégias energéticas em curso, o Carnegie Endowment and China’s Development Research Center publica as Perspectivas Económicas Chinesas para o período 2006 – 2020.

A avaliar pela sinopse, são 56 páginas de tempo útil:

  • Nos próximos 15 anos, o comércio terá um maior impacto junto das comunidades rurais pobres do que sobre qualquer outro segmento da sociedade chinesa
  • O acesso à Organização Mundial do Comércio pode vir a tornar mais pronunciada a disparidade entre a vida nos lares urbanos e nos rurais
  • A pertença à OMC permitirá criar 13 milhões de empregos; para uma taxa de desemprego zero, a China necessita de 300 milhões de empregos.

Considera-se aberto o apetite para a leitura.

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